"Um indício de que nos tornamos vítimas do auto-engano é se ficarmos irados quando nossas crenças são questionadas. Em vez de ficarmos irados, é sábio manter a mente aberta e escutar com atenção o que outros dizem - mesmo quando temos certeza de que a nossa opinião está certa. - A Sentinela de 15 de julho de 2003, p.22

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segunda-feira, 23 de abril de 2012

A Terra segundo a Bíblia

A Terra segundo a bíblia.
Resolvi fazer um post explicando melhor alguns erros contidos na bíblia, mesmo que seja clichê, são bem interessantes de se analisar, e mesmo que os velhos argumentos de que as passagens estão fora de contexto continuem, vou mostrar algumas passagens que mostre o que à bíblia diz (ou tenta dizer) sobre a Terra.

A bíblia não descreve nem indica explicitamente nenhum modelo físico-espacial da Terra, do Sistema Solar ou do Universo. Nem de Terra esférica, nem de Terra plana. Mas algumas descrições, as narrações e o imaginário dos autores têm um modelo que serve de base, e este não deixa dúvidas. Não há absolutamente nenhuma referência direta à translação e à rotação da Terra, nem à sua esfericidade.

Bíblia crê numa Terra plana e fixa, num Universo Geocêntrico e num céu totalmente sólido, em algumas passagens da pra se perceber esse erro grotesco.

Em Jô se diz:
9:5—7 — Ele é o que remove os montes, sem que o saibam, e os transtorna no seu furor; o que sacode a terra do seu lugar, de modo que as suas colunas estremecem; o que dá ordens ao sol, e ele não nasce; o que sela as estrelas

38:4—6 — Onde estavas tu, quando eu lançava os fundamentos da terra? Faze-mo saber, se tens entendimento. Quem lhe fixou as medidas, se é que o sabes? ou quem a mediu com o cordel? Sobre que foram firmadas as suas bases, ou quem lhe assentou a pedra de esquina

26:7—11 — Ele estende o norte sobre o vazio; suspende a terra sobre o nada. (...) Marcou um limite circular sobre a superfície das águas, onde a luz e as trevas se confinam. As colunas do céu tremem, e se espantam da sua ameaça

22:14 — Grossas nuvens o encobrem, de modo que não pode ver; e ele passeia em volta da abóbada do céu

37:18 — Acaso podes, como Ele, estender o firmamento, que é sólido como um espelho fundido?

Em Eclesiastes:
1:5 — O sol nasce, e o sol se põe, e corre de volta ao seu lugar donde nasce

Em Salmos:
96:10 — Dizei entre as nações: O Senhor reina; ele firmou o mundo, de modo que não pode ser abalado

Em I Crônicas:
16:30 — Trema diante dele toda a terra; o mundo se acha firmado, de modo que se não pode abalar

Em Isaías:
40:22 — E ele o que está assentado sobre o círculo da terra, cujos moradores são para ele como gafanhotos



Um dos maiores fundamentos de quem defende a Terra esferóide na bíblia é em Isaías 40:22, traduzindo a passagem que fala de um "círculo" como "redondeza". Há até traduções corrigidas atualmente, atualizadas e em novas linguagens (Estranho, não? E a inspiração divina ou qualquer coisa do tipo.) que adotam a idéia da "Terra redonda".

Uma esfera é redonda? Sim, uma esfera é redonda. Mas um círculo também é. Um cilindro ou um cone também. Geometria básica:

Círculo é uma figura bidimensional, um polígono de infinitos vértices e infinitos lados, como uma pizza.
Esfera é uma figura tridimensional, um poliedro de infinitos vértices e infinitas faces, como uma bola.Simples, não é?
E não venham com o velho argumento de que os hebreus não sabiam disso. As palavras são bem claras, principalmente porque “círculo” e “esfera” no hebraico são duas palavras bem distintas:

Círculo = chuwg (חוג)
Esfera = duwr (דור)Não só os hebreus sabiam a diferença como o próprio Isaías o mesmo que defende a passagem a favor do erro grotesco, ele mesmo usa as duas palavras. Veja:

Isaías 22:18 — Certamente te enrolará como uma bola, e te lançará para um país espaçoso

Enfim, a bíblia declara que a terra é o centro do Universo? Não, mas todas as explicações dentro da bíblia sobre o Sistema Solar (na verdade apenas Terra/Sol/Lua) o adotam.

A bíblia declara a terra plana? Não exatamente, mas todas as passagens que explicam sobre a forma da Terra adotam essa idéia de que a Terra é plana.

Mas o que é uma terra plana frente a morcegos-aves, insetos de 4 patas, lebres ruminantes (Levítico 11), animais manchados e listrados por causa de bambus listrados (Gênesis 30), grãos de trigo que morrem para germinar (João 12), grãos de mostarda que são os menores que existem mas se tornam nas maiores hortaliças e depois em árvores (Mateus 13), o valor de π (pi) ser 3 exato (I Reis 7 e II Crônicas 4), ouro enferrujar (Tiago 5), sangue de animais curar doenças (Levítico 14) e outras coisas do tipo? Quase nada né, vamos relevar, é só um livro escrito baseado em um ser imaginário. Desprovido de qualquer conhecimento em geral.

FONTE: http://ateismopelomundo.blogspot.com/20 ... um=twitter

quinta-feira, 19 de abril de 2012

As principais contradições da Bíblia em Gênesis



Vemos em toda a bíblia certas coisas como catástrofes, fenômenos inexplicáveis, maldições, criaturas incríveis, monstros, profecias, milagres, mas muitas vezes absurdos grotescos. Nesta serie de matérias farei uma seleção de absurdos que eu não consigo achar sequer uma explicação plausível. Vamos ver algumas questões que desafiam até aos mais sábios:



No primeiro dia Deus cria a luz e a separa da escuridão, o dia da noite, mas ele ainda não criou os objetos que produzem luz (o sol e as estrelas) até o quarto dia:



E disse Deus: Haja luz; e houve luz.
E viu Deus que era boa a luz; e fez Deus separação entre a luz e as trevas.
E Deus chamou à luz Dia; e às trevas chamou Noite. E foi a tarde e a manhã, o dia primeiro.
Gn 1:3-5

E disse Deus: Haja luminares na expansão dos céus, para haver separação entre o dia e a noite; e sejam eles para sinais e para tempos determinados e para dias e anos.
E sejam para luminares na expansão dos céus, para iluminar a terra; e assim foi.
E fez Deus os dois grandes luminares: o luminar maior para governar o dia, e o luminar menor para governar a noite; e fez as estrelas.
E Deus os pôs na expansão dos céus para iluminar a terra,
E para governar o dia e a noite, e para fazer separação entre a luz e as trevas; e viu Deus que era bom.
E foi a tarde e a manhã, o dia quarto.
Gn 1:14-19



Como pode haver "a tarde e a manhã" no primeiro dia se não havia nenhum sol para marcá-los?

E Deus chamou à luz Dia; e às trevas chamou Noite. E foi a tarde e a manhã, o dia primeiro.
Gn 1:5


Deus gasta 1/6 do esforço criativo dele (o segundo dia) trabalhando em um firmamento sólido. Esta estranha estrutura que Deus chama céu, pretende separar as águas mais altas das águas mais baixas:

E disse Deus: Haja uma expansão no meio das águas, e haja separação entre águas e águas.
E fez Deus a expansão, e fez separação entre as águas que estavam debaixo da expansão e as águas que estavam sobre a expansão; e assim foi.
E chamou Deus à expansão Céus, e foi a tarde e a manhã, o dia segundo.
Gn 1:6-8


As plantas são criadas no terceiro dia, antes de lá existir um sol para realizar a fotossíntese. Note, entretanto, que Deus deixa a terra produzir as plantas, em lugar de criá-las diretamente. Talvez o Gênesis não seja assim tão anti evolução afinal de contas.



E disse Deus: Produza a terra erva verde, erva que dê semente, árvore frutífera que dê fruto segundo a sua espécie, cuja semente está nela sobre a terra; e assim foi.
Gn 1:11


Eis que vos tenho dado toda erva... e toda árvore... E a todo animal da terra." Uma vez que muitas plantas evoluíram para proteger-se contra animais que gostariam de comê-las, o conselho de Deus é mais que imprudente. Você diria a seus filhos para ir ao jardim e comer as plantas que encontrassem? Claro que não. Então, você está sendo melhor e mais inteligente do que Deus:



E disse Deus: Eis que vos tenho dado toda a erva que dê semente, que está sobre a face de toda a terra; e toda a árvore, em que há fruto que dê semente, ser-vos-á para mantimento.
Gn 1:29


"Deus... descansou." Até Deus se cansa às vezes. Eu imagino como ele deve se cansar todo dia recebendo milhões de orações e pedidos.



E havendo Deus acabado no dia sétimo a obra que fizera, descansou no sétimo dia de toda a sua obra, que tinha feito.
Gn 2:2


A árvore da vida... e a árvore da ciência do bem e do mal." Deus criou duas árvores mágicas: a árvore da vida e a árvore do conhecimento. Comer da primeira, você viverá para sempre, comer da segunda, você morrerá no mesmo dia. De qualquer maneira, Adão comeu da árvore do conhecimento e viveu por mais 930 anos. Mas ele nunca teve a chance de comer da árvore da vida. Deus o impediu de comê-la para que ele não se tornar-se um deus, e viver para sempre.



E o SENHOR Deus fez brotar da terra toda a árvore agradável à vista, e boa para comida; e a árvore da vida no meio do jardim, e a árvore do conhecimento do bem e do mal.
Gn 2:9

Mas da árvore do conhecimento do bem e do mal, dela não comerás; porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás.
Gn 2:17

Então disse o SENHOR Deus: Eis que o homem é como um de nós, sabendo o bem e o mal; ora, para que não estenda a sua mão, e tome também da árvore da vida, e coma e viva eternamente,
Gn 3:22

E foram todos os dias que Adão viveu, novecentos e trinta anos, e morreu.
Gn 5:5


Uma serpente inteligente ("a mais astuta" de Deus) conversa com Eva sobre árvores, morte e o conhecimento do bem e do mal. Ela persuade Eva a comer da fruta proibida e na primeira mordida, Eva se torna culpada:



Ora, a serpente era mais astuta que todas as alimárias do campo que o SENHOR Deus tinha feito. E esta disse à mulher: É assim que Deus disse: Não comereis de toda a árvore do jardim?
Gn 3:1


Deus passeia e conversa (com ele mesmo?) no jardim, e busca Adão e Eva (que se esconderam), como assim se esconderam? Será que nesse tempo Deus não tinha o dom da onipresença?



E ouviram a voz do SENHOR Deus, que passeava no jardim pela viração do dia; e esconderam-se Adão e sua mulher da presença do SENHOR Deus, entre as árvores do jardim.
E chamou o SENHOR Deus a Adão, e disse-lhe: Onde estás?
Gn 3:8-9


Deus amaldiçoa a serpente. De agora em diante ela rastejará sobre o seu ventre e comerá pó. E como ela conseguia se mover antes? pulando sobre o rabo, talvez? E, além do mais, cobras não comem pó:



Então o SENHOR Deus disse à serpente: Porquanto fizeste isto, maldita serás mais que toda a fera, e mais que todos os animais do campo; sobre o teu ventre andarás, e pó comerás todos os dias da tua vida.
Gn 3:14


Deus amaldiçoa a terra e faz espinhos e cardos crescerem. Antes disto, de acordo com a (falsa) história do Gênesis, as plantas não tinham nenhuma defesa natural:



E a Adão disse: Porquanto deste ouvidos à voz de tua mulher, e comeste da árvore de que te ordenei, dizendo: Não comerás dela, maldita é a terra por causa de ti; com dor comerás dela todos os dias da tua vida.
Espinhos, e cardos também, te produzirá; e comerás a erva do campo.
Gn 3:17-18


Deus mata alguns animais e faz alguns casacos de pele para Adão e Eva:



E fez o SENHOR Deus a Adão e à sua mulher túnicas de peles, e os vestiu.
Gn 3:21


Deus expulsa Adão e Eva do jardim antes que eles tivessem a chance de comer daquela outra árvore - a árvore de vida. Deus sabe que se eles o fizessem se tornariam "como um de nós" e viveriam eternamente. Um pensamento realmente assustador para um deus inseguro:



Então disse o SENHOR Deus: Eis que o homem é como um de nós, sabendo o bem e o mal; ora, para que não estenda a sua mão, e tome também da árvore da vida, e coma e viva eternamente,
O SENHOR Deus, pois, o lançou fora do jardim do Éden, para lavrar a terra de que fora tomado.
E havendo lançado fora o homem, pôs querubins ao oriente do jardim do Éden, e uma espada inflamada que andava ao redor, para guardar o caminho da árvore da vida.
Gn 3:22-24

Fonte: http://teoriaalien.blogspot.com.br/2012/04/biblia-proibida-absurdos.html?showComment=1334872862373#c2681730468383134475

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Os quatro cavaleiros do Apocalipse

Autor: José Alencastro



Ao estudar os selos devemos diferenciar os cavalos dos cavaleiros. Os primeiros 4 selos apresentam 4 cavalos sendo montados por 4 cavaleiros. É importante fazer essa diferenciação como veremos na análise a seguir. Além disso, é importante entender o significado do ser que João vê e define como Besta, Dragão.

O Dragão é definido como a primitiva serpente. Jesus deixa claro que a serpente simboliza a inteligência quando diz que devemos ser simples como os pombos e inteligentes como as serpentes. Na inteligência estão as três capacidades básicas do homem: o instinto, o intelecto e o sentimento. Quanto mais primitiva for a inteligência, mais distante dos nobres sentimentos ela estará e mais próxima dos instintos ligados a materialidade e a antifraternidade ela estará. A besta e o dragão representam ,portanto, as principais instituições ou nações que em algum período da historia foram a representação máxima da antifraternidade, da ausência dos nobres sentimentos e do instinto assassino. Por isso a Bíblia diz que o 666 é número de homem, pois o que representa a Besta é vários homens de inteligência primitiva, o que define o instinto se sobressaindo ao intelecto e ao sentimento, o intelecto voltado para a prática do mal e o sentimento distante dos valores nobres e ainda preso ao excessivo materialismo. Dessa forma entendemos a passagem do Apocalipse sobre o 666:

“Eis aqui a sabedoria! Quem tiver inteligência, calcule o número da Besta, porque é número de homem, e esse número é seiscentos e sessenta e seis.” (Apocalipse 13:18)

Vamos então analisar os sete selos:

 
Primeiro selo: o cavalo branco e seus dois cavaleiros

O cavalo branco, diferente dos demais 3 cavalos é um cavalo q representa o bem, pois representa o cristianismo primitivo ensinado por Jesus. Vemos isso em duas passagens do Apocalipse:

"Olhei, e vi um cavalo branco. O seu cavaleiro tinha um arco, e foi-lhe dada uma coroa, e ele saiu vencendo, e para vencer." (Ap 6:2)

“Vi ainda o céu aberto: eis que aparece um cavalo branco. Seu cavaleiro chama-se Fiel e Verdadeiro, e é com justiça que ele julga e peleja. Seguiam-no em cavalos brancos os exércitos celestes, vestidos de linho fino e de uma brancura imaculada”. (Ap 19:11,14)

A diferença dessas duas passagens é que não temos o mesmo cavaleiro. No inicio da abertura dos livros do destino da humanidade, o primeiro selo que é o cavalo branco é a representação do cristianismo primitivo e original, mas está montado nele um cavaleiro com um arco e uma coroa. O arco aqui não é arco de arco e flecha, mas a representação do arco que emoldura o altar da maioria das Igrejas cristãs. Outro arco conhecido é o Arco dos Sinos do Vaticano. Ou seja, o cavaleiro tinha uma Igreja, e a coroa representa o próprio império romano, dessa união saiu vencendo e exterminando quem fosse contrario ao seu domínio, perdurando a IGNORÂNCIA aos ideais crísticos por toda a Idade Média, onde o conhecimento bíblico ficou restrito ao clero em mosteiros, com a população sendo manipulada segundo a vontade desses lideres religiosos. O cavalo branco representa, portanto, a religião corrompida e seu cavaleiro, que o controla, representam o exército romano aliado a Igreja.

Já após os acontecimentos descritos do derramamento das sete taças, ou seja, após os 3 “ais”, vemos o retorno do cavalo branco, mas agora montado pelo próprio Jesus (Fiel e Verdadeiro), o que demonstra o fim da velha Terra, com a Nova Terra (representada pela Nova Jerusalém) se iniciando, pois o cristianismo original e Verdadeiro volta nas rédeas do próprio Jesus.

Antes de o primeiro selo ser aberto vemos o primeiro dos 4 animais (Apocalipse 6:1) clamando em voz de trovão, pois no segundo selo é o segundo animal (Apocalipse 6:3), no terceiro selo é o terceiro animal (Apocalipse 6:5) e no quarto selo é o quarto animal (Apocalipse 6:7).

“O primeiro animal vivo assemelhava-se a um leão; o segundo, a um touro; o terceiro tinha um rosto como o de um homem; e o quarto era semelhante a uma águia em pleno vôo”. (Apocalipse 4:7)

“Depois, vi o Cordeiro abrir o primeiro selo e ouvi um dos quatro Animais clamar com voz de trovão: Vem! “ (Apocalipse 6:1)

O primeiro animal como vimos é representado pelo Leão (Apocalipse 4:7), que representa entre os 4 animais o homem que é pai, o líder, o chefe de família, exatamente o papel que a Igreja Romana iniciou no ano 325 com Constantino. Mas repare: é apenas um leão, não o leão da Tribo de Judá, não o Fiel e Verdadeiro. Dessa aliança entre a Igreja e o exército romano surgiu a primeira representação da Besta, que foi vista por Daniel, o profeta do Velho Testamento como um quarto animal poderoso, Besta que agiu em guerras e torturas como a “Santa” Inquisição, as Cruzadas, o Tribunal do Santo Oficio entre outras ações terríveis. Mas essa Besta, como veremos a seguir, depois de um tempo não será mais a representação máxima do primitivismo moral dos homens, pois o próprio João diz, já nos tempos da Grande Tribulação:

E a besta que era e já não é, é ela também o oitavo, e é dos sete, e vai à perdição”. (Apocalipse 17 : 11).

Aqui fica claro se tratar de Roma (representando a Besta), capital da Itália, que pertence ao G8, grupo dos 7 países mais ricos do mundo mais a Rússia.

Nada mais sensato do que representá-la como o Leão, o outro Leão que não é o Leão da Tribo de Judá. E isso fica claro em Apocalipse 13:2

“A Fera (Besta) que eu vi era semelhante a um leopardo” (Apocalipse 13:2)


Segundo selo: o cavalo vermelho e seu cavaleiro


O cavalo vermelho simboliza as duas grandes guerras, seu cavaleiro é a Alemanha:

“Quando abriu o segundo selo, ouvi o segundo animal clamar: Vem! Partiu então outro cavalo, vermelho. Ao que o montava foi dado tirar a paz da terra, de modo que os homens se matassem uns aos outros; e foi-lhe dada uma grande espada.“ (Apocalipse 6:3-4)

As duas primeiras guerras globais do planeta, por isso é dito “foi dado tirar a paz da terra”, os homens realmente mataram uns aos outros e a grande espada representa exatamente os conflitos armados globais. A Alemanha nessa época foi a segunda representação da Besta, do primitivismo humano. E o 666 também aparece a ela associado. A letra “s” no grego é representada pelo símbolo “Sigma” que é a décima oitava letra do alfabeto grego, 18 é 6+6+6. O reich era simbolizado pela Suástica, que nada mais é do que dois “s” sobrepostos. A cor da bandeira da Suástica era vermelha e também aparecia no seu terrível hino aos alemães:

“Nós somos o exército da suástica,

Erguemos as bandeiras vermelhas

O trabalhador alemão nós queremos

Assim trazer para a liberdade."

Fica claro que o cavalo vermelho, segunda representação da Besta, é a Alemanha. O animal que clama na abertura desse selo é o bezerro, que simboliza o homem filho, no caso o filho do Leão, ou seja, veio dar continuidade aos horrores perpetrados pelo exercito romano associado à Igreja. E isso a própria história prova, pois Hitler se aliou a Mussolini, que por sua vez deu um território ao papado, através do tratado de Latrão, território esse hoje conhecido como Vaticano. O bezerro quando cresceu virou um touro, o touro quando vê o vermelho ataca, isso mostra todo o caráter furioso do touro (Alemanha) sendo impulsionado pelo vermelho (Suástica- Nazismo) a atacar. Eis a figura, a metáfora que João viu na abertura do segundo selo, referente às duas grandes guerras mundiais.

 
Terceiro selo: o cavalo preto e seu cavaleiro


O cavalo preto simboliza o materialismo comercial e todas as desigualdades sociais dele provenientes, sintetizado no sistema capitalista de mercado, sustentado economicamente no petróleo, seu cavaleiro e principal símbolo são os Estados Unidos. Estamos atualmente vivendo a época do terceiro selo e muito em breve o quarto selo será aberto.

“Quando abriu o terceiro selo, ouvi o terceiro animal clamar: Vem! E vi aparecer um cavalo preto. Seu cavaleiro tinha uma balança na mão. Ouvi então como que uma voz clamar no meio dos quatro Animais: Uma medida de trigo por um denário, e três medidas de cevada por um denário; mas não danifiques o azeite e o vinho!“ (Apocalipse 6:5-6)

O materialismo e a preocupação excessiva com as riquezas se refletem na balança e na troca comercial relatada no texto, ate como uma exploração, pois fica subentendido que o azeite e o vinho não são pagos, mas apenas o trigo e a cevada que são mais baratos, ou seja, abuso de poder. A cor preta simboliza não apenas o petróleo, que é o principal símbolo dessa economia, mas também simboliza o desconhecimento da luz. Esse animal é simbolizado pelo homem. O homem dos quatro animais relatados é o único que possui a razão, o intelecto desperto, isso denota a época atual, o auge da tecnologia, onde a razão fez a humanidade nos últimos 50 anos dar um salto tecnológico fantástico, mas também simboliza esse intelecto, essa razão na escuridão, simbolizada pela escuridão da cor preta, ou seja, o ser humano usando a tecnologia em beneficio do materialismo ao invés do crescimento espiritual (simbolizado pela luz). É exatamente isso que vimos os Estados Unidos realizarem, utilizando sua tecnologia para desenvolvimento de armas, bombas, perpetrando guerras e canalizando recursos financeiros pra fins bélicos. São eles a terceira representação da Besta. O materialismo, o amor ao dinheiro, o templo ao dinheiro (Wall Street) são também demonstrados no 666.

"e que ninguém pudesse comprar ou vender, se não fosse marcado com o nome da Besta, ou o número do seu nome. Eis aqui a sabedoria! Quem tiver inteligência, calcule o número da Besta, porque é número de homem, e esse número é seiscentos e sessenta e seis." (Apocalipse 13:17-18)

Se os Estados Unidos são uma representação da Besta, no caso a do materialismo comercial, o capitalismo, fica evidente que o seu nome é dinheiro e seu número o 666, expresso no valor desse dinheiro. Mas o valor atribuído ao dinheiro é o pior, pois é o símbolo do materialismo: o ouro. Dinheiro só tem lastro se tiver ouro para dar o valor a cédula ou papel moeda, ou seja, o valor do dinheiro se faz da especulação do valor de um simples metal e dessa especulação (capitalismo, bolsa de valores) é que se define quanto vale cada alimento, segundo os interesses dos governos e empresas particulares.

Certamente o profeta previu uma mudança radical no antigo sistema de moedas que possuíam seus valores relativos aos materiais usados. Com o avanço do sistema seriam criadas moedas, ou papéis-moedas obedecendo a certo padrão. Por isso o número 666 representa "a soma dos valores de um modelo de padrão monetário", imaginando-se que os algarismos romanos, padrão do Império dominante na época em que escreveu essas profecias, seria a base para tal modelo.

Neste caso as moedas teriam valores semelhantes ao padrão romano, ou seja, seriam simbolizados pelos algarismos romanos: I=1, V=5, X=10, L=50, C=100 e D=500. Soma: 666. Também se lendo no sentido inverso (sentido da leitura judaica) obtém-se 666 (DCLXVI).

De fato, somando-se estes valores (como um padrão monetário modelo) teremos o famoso número da Besta: 666. Foi mais uma "invenção" do homem em favor do materialismo consumista dos nossos dias. Sabemos q os números romanos são 7 (ainda falta aí o M q simboliza 1000), a representação do 666 apenas englobaria os 6 primeiros números romanos (o 6 na bíblia simboliza o homem), pois o 7 simboliza a perfeição da criação divina e o numero 1000 tem significado especial, sendo equivalente ao sétimo numero romano representado pela letra M. Além disso, dos 4 animais o animal associado aos Estados Unidos é justamente o homem (após o leão e o bezerro) e também é justamente esse um dos motivos do 666 ser número de homem.


Quarto selo: o cavalo amarelo / verde e seu cavaleiro


Aqui temos uma interessante visão: a Bíblia católica coloca o quarto cavalo como amarelo e as versões protestantes como cavalo verde. Como veremos a seguir, ambas estão corretas.

“Quando abriu o quarto selo, ouvi a voz do quarto animal, que clamava: Vem! E vi aparecer um cavalo esverdeado/ amarelo. Seu cavaleiro tinha por nome Morte; e a região dos mortos o seguia. Foi-lhe dado poder sobre a quarta parte da terra, para matar pela espada, pela fome, pela peste e pelas feras” (Apocalipse 6: 7-8)

Muitos associam esse cavalo a peste, mas essa interpretação não é totalmente fidedigna, pois é dito que ele mata também pela “espada, fome e feras”, ou seja, não é são apenas pestilências. Esse quarto cavalo representa o inicio da época da Tribulação, a época dos 3 “ais” que também são relatados em pormenores durante as ultimas três trombetas e durante as sete taças. Justamente por esse motivo seu cavaleiro tem o nome de Morte. As cores do cavalo representam a aliança num futuro próximo entre os chineses ( a cor amarela advém do tom de pele da etnia han, a maioria entre os chineses) e a ala radical do mundo islâmico , que tem como cor símbolo exatamente o verde. Dessa união é que se iniciará a queda de Roma, o Armagedon com a derrota de Israel e por fim a queda dos Estados Unidos com o Big One, grande terremoto previsto por vários cientistas para ocorrer a qualquer momento na falha de San Andréas que percorre os estados americanos da Califórnia e Nevada. Simboliza também a Morte da Terra atual, mundo expiatório, para o nascimento através das “dores do parto” da Terra Regenerada.

Não é a toa que o animal que clama durante a abertura do quarto selo é a águia em pleno vôo, pois esse símbolo pode ser traduzido de diversas formas: o homem que após ser criado pelo pai (Leão), crescer (bezerro), se tornar adulto (homem), finalmente desencarna e conhece a realidade espiritual através da morte (águia em pleno vôo), pois será na abertura desse selo que se iniciará a Morte da Terra expiatória, pelas mãos do cavaleiro Morte, pelo homem que conhece a vida espiritual ao morrer simbolizado pela águia em pleno vôo. No entanto a águia em pleno vôo também simboliza o momento do ataque, que vem rapidamente dos céus até o chão, pois a águia ao atacar em pleno vôo é como um raio, um raio que vai do oriente ao ocidente como dizem as profecias:

“Levantar-se-á nação contra nação, reino contra reino, e haverá fome, peste e grandes desgraças em diversos lugares. Tudo isto será apenas o início das dores. Logo após estes dias de tribulação, o sol escurecerá, a lua não terá claridade, cairão do céu as estrelas e as potências dos céus serão abaladas. Então aparecerá no céu o sinal do Filho do Homem. Todas as tribos da terra baterão no peito e verão o Filho do Homem vir sobre as nuvens do céu cercado de glória e de majestade. Porque, como o relâmpago parte do oriente e ilumina até o ocidente, assim será a volta do Filho do Homem.” (Mateus capitulo 24)

Jesus em Mateus 24 descreve exatamente o auge do quarto selo, o qual ainda não chegamos no presente ano de 2011, fala em fome, peste, guerras exatamente a descrição do cavalo amarelo/verde. O “início das dores” e a “tribulação” se iniciam exatamente nesse quarto selo, antes da Grande Tribulação, o Ápice dos eventos, simbolizado por Jesus pela sua volta, ou seja, esse evento é que desencadeará a volta dos valores crísticos a Terra. E Jesus é claro: um sinal do céu, que percorrerá todo o planeta, sendo visto do oriente ao ocidente, aparecerá durante a Tribulação e será o sinal do Ápice, exatamente em 2036, é o asteróide Apophis, ele é que desencadeará o grande terremoto de San Andréas, trazendo dilúvio, terremotos, vulcanismo e a verticalização do eixo do planeta, dando a sensação de que as estrelas do céu estarão caindo, as potencias do céu mudando rapidamente de lugar em virtude desse movimento abrupto que elevará vulcões e oceanos, ceifando metade da vida dos encarnados segundo o próprio Jesus esclarece:

“Dois homens estarão no campo: um será tomado, o outro será deixado. Duas mulheres estarão moendo no mesmo moinho: uma será tomada a outra será deixada”. (Mateus 24:40-41)

Esse cavaleiro montado no cavalo amarelo tem poder sobre quarta parte da terra. China e a ala radical islâmica compõem 1 quarto da população do mundo (entorno de 1,7 bilhões de pessoas), além de ser a maioria esmagadora na Ásia, que pela contagem tradicional dos continentes seria um quarto do mundo, considerando os 4 grandes continentes.

Fonte:http://profeciasoapiceem2036.blogspot.com/search/label/Os%204%20animais